sexta-feira, 24 de junho de 2011

Visita ao CIV

Em Abril passado, no Colégio Internacional de Vilamoura (CIV). Ver aqui.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Jornal «i»

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Uma entrevista de Diana Garrido, para o jornal «i» (suplemento «LiV», secção «Faz-se assim», edição de fim-de-semana, 11/12.06.11) – a propósito do livro «O Sorriso Enigmático do Javali». A entrevista pode ser lida aqui Junto com a entrevista foi publicado o primeiro parágrafo do livro. Este:
«Junto à vedação da Herdade do Convento, bem perto de onde poucos dias antes tinha retirado dos bicos do arame farpado o corpo de uma garça, o pequeno Tukie viu duas perdizes atravessarem a estrada de terra. Não lhe tomaram medo e entraram tranquilas na herdade, quase a tocarem o primeiro dos arames da vedação. Ele lembrava-se bem de que a garça tinha perdido a vida no terceiro, a pouco mais de meio metro de altura.»

terça-feira, 26 de abril de 2011

A pergunta mais estranha

Na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, no painel de encerramento do encontro «Palavra Ibérica 2011» (15 de Abril). Depois de ter falado do livro do pequeno Tukie, fizeram-me a pergunta mais estranha que ouvi sobre ele: alguém, no fundo da sala, queria saber como se poderia representar as 12 aventuras do livro num gráfico de barras. Estranha também foi a foto que tirei ao entrar na sala, com o telemóvel, toda tremida.


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Em Vilamoura

Seis de Abril de 2011, Colégio Internacional de Vilamoura, que tem alunos de quarenta e duas nacionalidades. Conversa sobre o livro, na biblioteca, com alunos do 8º Ano e do Year 9 e ainda membros do Grupo de Jornalismo do colégio. Foi no âmbito de uma iniciativa denominada «A Magia das Palavras Contadas», coordenada por Dina Adão. Site do colégio aqui.

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(clicar na imagem para aumentar)

terça-feira, 22 de março de 2011

Contar a história

A história que dá o título ao livro. Contei-a hoje na Biblioteca Municipal Almeida Faria, em Montemor-o-Novo, a alunos de duas turmas de uma das escolas da cidade, alunos de sete, oito, nove anos, leitores muitos deles das aventuras de um rato intelectual chamado Geronimo Stilton. Uma experiência, como sempre, fascinante.
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«Até que de repente esse sorriso desapareceu, o sorriso enigmático e silencioso, não porque o javali deixasse de sorrir, não, nada disso, apenas porque ele deu meia volta e desatou a correr pelo montado, em direcção à parte alta, onde o mato era maior e tinha zonas que até engoliam os sobreiros mais novos…»
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